sábado, 3 de abril de 2010
Saiba como poupar nº1 (Pele oleosa/mista)
domingo, 8 de novembro de 2009
Medidas para evitar a gripe suína, "Sem abraço,sem beijinho,sem aperto de mão".
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Revista "Tutti Frutti" - 1ª Edição - Regresso às aulas!
Olá pessoal, é com imenso prazer que vos venho anunciar, o meu mais recente projecto, a criação de uma revista online cujo nome é Tutti Frutti e que tem ideias de trabalhos manuais.
Beijinhos a todos e passem o link aos vossos amigos! :)
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Tens dificuldades em desenhar olhos? Trago-te a solução
A minha ausência deve-se também ao facto, de andar a trabalhar bastante no meu outro blog que tenho em conjunto com o Vigilante, o "Sentimento Calmo", que aproveito para vos convidar a visitá-lo.
Ora então , vejam as imagens, e bons desenhos:





Espero que gostem, e enviem os vossos desenhos se quiserem para o meu e-mail, depois de aplicarem estas "técnicas de olhos" lol :)
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Como ajudar alguém com depressão?

Todo indivíduo experimenta sentimentos tristes ou melancólicos pelo menos uma
única vez – o que é normal em algum momento da vida. A tristeza ou os
sentimentos negativos, que tornam o dia-o-dia mais difícil, podem representar
uma doença chamada depressão.
NÃO FAÇA
- NÃO exclua a pessoa deprimida dos problemas ou discussões familiares
- NÃO tente fazer tudo para a pessoa com depressão, mesmo que isto pareça ser a melhor forma de ajudar. O indivíduo com depressão pode se sentir incapaz de realizar as tarefas e aceitar algumas responsabilidades poderá aumentar a sua auto-estima. Evite dizer: “Não faça isto, deixe que eu faça”, especialmente quando o indivíduo deprimido já iniciou a tarefa. Tente, pelo menos, dar-lhe a chance de terminar a tarefa
- NÃO critique ou repreenda o indivíduo pelo seu comportamento deprimido
- NÃO espere que a pessoa simplesmente “saia da situação”
- NÃO tenha medo de fazer perguntas. Muitas pessoas deprimidas precisam aprender a procurar e a aceitar ajuda externa pela primeira vez em suas vidas. Um médico, hospital, grupos de apoio, são recursos adequados para ajuda aos pacientes deprimidos
- NÃO tome decisões importantes em sua vidas (casamento, divórcio, mudança de emprego ou de residência) durante uma crise depressiva; se for possível, evite-as.
MÉTODOS CONSTRUTIVOS PARA ENFRENTAR A DEPRESSÃO
- Aumente o tempo dedicado à pessoa querida realizando atividades agradáveis. Tente fazer uma lista de pequenas ações que poderão ser realizadas durante o dia para demonstrar sentimentos positivos de carinho. Por exemplo, diga “obrigado” quando uma atividade for concluída ou “isto realmente está muito bom” quando algo estiver bem feito.
- Faça um esforço para ouvir. Resuma o que a outra pessoa disse para certificar-se de que entendeu e faça perguntas claramente. Um médico ou terapeuta poderá ajudar as famílias a praticar e aperfeiçoar estas tarefas.
- Faça um esforço para tentar resolver os problemas em conjunto. Lembre-se que soluções vitoriosas em conjunto são melhores do que aquelas nas quais um membro da família “deixa escapar” algo que ele ou ela deseja. As etapas para resolver os problemas podem incluir sua definição, a exposição das soluções e a avaliação de sua adequação às necessidades.
- Tenha o hábito de expressar carinho e preocupação pelos membros da família; sinta-se à vontade para elogiar e observar o que os entes queridos têm de “bom”.
Para lerem tudo, acessem este site, e se quiserem vejam também o meu post sobre a depressão aqui, quanto ás imagens, sou eu em ambas lol.
( Só pus verde por dizerem que é a cor da esperança hihi)
Força pessoal, nuncam desistam, vivam a vida!
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Voluntariado, dá a tua opinião
Encontrei este link que tem 10 dicas sobre voluntariado, para quem pensa voluntariar-se, é um bom principio :P
Mas ainda mais e melhor que as 10 dicas, foi este documento que encontrei, que vos aconselho vivamente.
Para finalizar, gostava de saber a vossa opinião sobre o assunto...por isso agradecia imenso a vossa participação na votação:
(A falta de acentos etc...foi porque no site onde fiz isto não aceitam colocar acentos e afins...)
Se votarem "vários" ou "outros", agradecia que indicassem qual em forma de comentário.
Tu já fazes ou fizeste algum tipo de voluntariado?o que achas sobre o assunto?
Dêem a vossa opinião, ela conta!
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Passos para o perdão

quinta-feira, 19 de março de 2009
Seja um detector de mentiras

Tem algumas dificuldades em perceber se lhe estão a mentir? Não consegue descobrir quando o estão a enganar? Aprenda a interpretar a linguagem corporal e a saber ver quando o querem enganar ou quando lhe estão a mentir descaradamente. O seu chefe diz-lhe: "Está a fazer um excelente trabalho". A sua namorada / o seu namorado jura-lhe que não o/a anda a trair. Um empregado seu telefona-lhe para lhe dizer que não pode ir trabalhar porque está doente. Mentem ou não? Será que você sabe realmente distinguir um mentiroso de uma pessoa sincera e verdadeira? Ou será que qualquer um o consegue enganar facilmente? Veja que, afinal, não é assim tão difícil ser um detector de mentiras.
Comportamentos suspeitos:
Por exemplo, quando pergunta a um vendedor de carros usados, se o carro x é de confiança ou não, o mais certo é que ele lhe minta.
Lista de comportamentos suspeitos:
- Mudanças no estilo de discurso;
- Um aumento substancial de "ah" e "hum" enquanto se está a falar;
- Alterações no contacto visual. Geralmente fazemos contacto visual durante ½ do tempo em que estamos a falar. É verdade que há pessoas mais tímidas do que outras, mas tome atenção quando estiver a falar com alguém, se, a um dado momento, essa pessoa começa a olhar noutras direcções e a não conseguir encará-lo directamente.
- Afastar o corpo, nem que seja suavemente;
- Tapar a cara com a mão, principalmente a boca;
- Movimentos nervosos dos pés ou das pernas.
Uma mescla de sinais:
Quando alguém lhe está a dizer a verdade, as suas palavras, o seu rosto e a sua linguagem corporal têm de ser congruentes. Quando achar que alguém lhe está a passar um sinal de que está a mentir, tente tirar mais informação sobre esse assunto. Esses sinais continuam aparentes? Isso pode confirmar as suas suspeitas.
Fontes:
Texto - http://clix.expressoemprego.pt/scripts/indexpage.asp?headingID=4524
Imagem - Foto minha
sábado, 14 de março de 2009
Kim Joon - body art

Apesar do seu estilo denunciar um cunho vincadamente oriental, Joon não se limita aos costumeiros dragões e serpentes. Ao invés, qualquer material lhe serve como padrão pictórico, sejam motivos florais, logótipos de marcas comerciais ou comics do Superman, cujo potencial gráfico é enorme e é inteligentemente explorado pelo artista.
Obra original e, ousamos dizê-lo, profundamente humana...

terça-feira, 3 de março de 2009
Dicas para melhor beijar

Top 10 das dicas para melhor beijar:
- Assegura-te de que estás com bom hálito;
- Tira pastilha elástica da boca;
- Não ponhas montes de bâtom para não lhe ficar agarrado aos dentes;
- Retira qualquer bocado de comida que possas ter entre os dentes;
- Não exageres no perfume;
- Não comas nada de muito pesado antes, como cebolas ou molhos picantes;
- Se estiveres constipada, guarda os micróbios para ti e beija noutro dia;
- Beija só e quando te apetecer
- Não te preocupes se te parecer um pouco estranho ao inicio - a prática faz a perfeição !
- Descontrai-te e aproveita a experiência !
Fonte: Livro, "Tudo sobre o amor o que precisas de saber sobre namorar", da Caroline Plaisted e da editora Temas e debates.
segunda-feira, 2 de março de 2009
Motivos para parar de fumar !

- O cigarro interfere com a química da boca e criando placas e deixando-os amarelados.
- Há evidências que o fumo causa perda dos dentes.
- O cigarro diminui o fluxo de sangue que chega a parte interna do ouvido,podendo levar a perda auditiva total ou parcial.
- Causa úlcera no estômago.
- O principal componente do cigarro, sendo o monóxido de carbono, age cortando a oxigenação do sangue dos fumantes em cerca de 15%, fazendo com que os ossos perdeam sua densidade.
- O cigarro esta relacionado a problemas de fertilidade na mulher e complicação durante a gravidez
- Abortos são de 2 a 3 vezes mais frequentes em fumantes,e ainda, diminui o nível de estrogênio antecipando a menopausa.
- Fumantes estão mais suscetíveis a desenvolver psoríase.
- A incidência de catarata em fumantes é de 40% a de não fumantes.
- O cigarro deixam os dedos amarelados.
- Fumar causa redução da capacidade de absorver oxigênio.
- O cigarro faz o coração bater mais rápido,aumentando a pressão sanguínea e o risco de abstrução das arterias,o que pode resultar em ataque cardíaco e derrame.
- Fumar provoca envelhecimento prematuro pelo desgaste das proteínas responsáveis pela elasticidade.
- Fumantes ficam 20 vezes mais suscetíveis ao cãncer de pulmão do que dos não-fumantes.
- O cigarro altera o DNA do esperma, o que pode levar ao aborto ou bebês defeituosos.
- Fumar tb diminui a quantidade de esperma levando a hipotência sexual.
Como se não bastasse, o organismo humano reage da seguinte maneira quando percebe a ausência do cigarro:
- APOS 20 MINUTOS: A pressão sanguínea e a pulsação voltam ao normal.
- APÓS 2 HORAS: Não há mais nicotina circulando no seu sangue.
- APÓS 8 HORAS: A taxa de oxigênio no sangue se normaliza.
- ÁPÓS 12 A 24 HORAS: Seus pulmões ja estão funcionando melhor.
- APÓS 2 DIAS: Seu olfato ja percebe melhor os cheiros e seu paladar ja degusta melhor a comida.
- APÓS 1 ANO: O risco de morte por infarto reduz à metade.
Fontes: http://esportetudo.blogspot.com/2007/05/13-motivos-para-parar-de-fumar.html
P.S - Pareceme que o preço do tabaco e as imagens que mostram como ficam os pulmões quando fumam ah muito tempo e com muita frequência, tambem sejam um bom motivo para pensar na próxima vez que for comprar um maço :P
Exemplo de imagem: http://joaon.weblogs.us/wp-content/uploads/2007/07/pulmoes.jpg
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Ser virgem ou não ser, eis a questão!

Hoje em dia, a virgindade é um assunto polémico e que gera bastante discussão.
Muitos jovens preocupam-se com a questão da virgindade, e colocam-se inúmeras questões:
- o que é ser virgem?
- Quando se deve perder a virgindade?
- Com quem?
- Deve-se perder a virgindade antes ou depois do casamento?
Muitas destas questões que preocupam os jovens estão relacionadas com os valores em que assenta a nossa sociedade, mas na actualidade a SIDA e as restantes doenças de transmissão sexual (DTS), vieram reforçar algumas destas questões.
Geralmente considera-se que uma pessoa é virgem, rapaz ou rapariga, se ainda não teve relações sexuais com penetração do pénis na vagina. Nas raparigas esta situação torna-se mais notória quando o seu hímen é pouco flexível e rasga, provocando uma pequena hemorragia.
Para o ginecologista e terapeuta sexual Amaury Mendes Jr.,“ter o hímen não necessariamente significa que a mulher seja virgem. Existem outras formas de prazer, como por exemplo, o sexo anal. Uma pessoa que não fez sexo vaginal, mas teve uma penetração anal, não pode mais ser considerada virgem, pois houve uma relação sexual, independente da forma como ela aconteceu”. Segundo ele, manter o hímen está ligado mais à preocupação que as mulheres têm em desempenharem um papel imposto pela sociedade e pela mídia. “Ser virgem está novamente na moda, isso é um fenômeno passageiro, assim como o sexo anal foi moda há algum tempo e hoje não é mais uma preocupação”, comenta.
Não existe uma única definição, a virgindade está mais na cabeça de cada um do que no próprio conceito em si.
Devido ao facto, de tradicionalmente, se considerar que uma rapariga só é virgem se mantiver intacto o seu hímen, tem-se gerado ao longo dos tempos angústias e mal entendidos em casais cuja mulher rompeu o seu hímen por acidente ou não perdeu sangue na primeira relação sexual porque o seu hímen era bastante elástico. Existem também mulheres que sofreram intervenção cirúrgica porque o seu hímen encontrava-se completamente fechado e continuaram a ser virgens até à sua primeira relação sexual. Estas situações mostram que a questão da virgindade não é meramente física mas carregada de valores morais e afectivos.
Perder a virgindade, principalmente para algumas raparigas ainda é uma ideia assustadora motivada pelo relato de histórias algo exageradas de pessoas cuja primeira vez foi muito complicada e difícil, cheia de sofrimento e dor.
De facto, raparigas e rapazes vivem, regra geral, a sua primeira vez debaixo de enorme tensão, quer pela expectativa, quer pela inexperiência, com receio de desiludir o (a) parceiro (a) sexual.
No caso das raparigas a situação pode tornar-se mais complicada e notória, pois o nervosismo e ansiedade dificultam a entrada do pénis na vagina cujos músculos poderão encontrar-se tensos devido à situação.
Alguns jovens consideram importante só perder a virgindade com a pessoa que amam, independentemente de ser antes ou depois do casamento.
Para outros é importante que a sua primeira vez seja após o casamento.
Contudo, o mais importante de tudo é que a primeira vez aconteça quando a pessoa se sente segura e preparada, sem pressões.
Perder a virgindade com responsabilidade, estar consciente das DTS e da sua necessidade de prevenção, assim como das consequências de uma gravidez não planeada, devem ser na actualidade valores de peso na decisão dos jovens sobre a sua primeira vez e "vezes seguintes".
Infelizmente ainda veiculam falsos mitos de que uma rapariga não fica grávida na sua primeira relação sexual ou que quando se é virgem não se contraem DTS. São falsas ideias que ajudam a aumentar o número de grávidas adolescentes no nosso país e a disseminar as DTS.
Já agora, queria deixar aqui o link de um caso que aconteceu com uma pessoa virgem e que eu achei completamente inacreditavel devido a tanta falta de ética por parte destes profissionais: http://pt.shvoong.com/humanities/1796830-humilha%C3%A7%C3%A3o-por-ser-virgem/
domingo, 28 de dezembro de 2008
Curtes ou relações sérias?
Olá pessoal =)
Bem, como muitos de vocês devem saber, decidi fazer um estudo para descobrir o que é que as pessoas preferem, simples aventuras ou namoros duradouros.
As perguntas eram:
1º Idade
2º Preferes curtes ou relações sérias
3º Porquê
As pessoas que responderam ás perguntas, não foram escolhidas por nenhum motivo em especial, apenas procurei fazer as perguntas ao máximo de pessoas, foram no total 35 e as idades no final acabaram por ser bastante diversificadas, como podem analisar no gráfico a seguir:
Devo admitir que fiquei muito surpreendida com os resultados da 2ª e principal questão.
Sinceramente pensava que a resposta mais escolhida seria "curtes", vocês não?
Então vejam no gráfico seguinte, os resultados bem explicitos:
( A 3ª e 4ª opção , criei por algumas respostas serem pouco concretas, "Os dois" foi para quem dizia que dependia da situação ou que gostava de ambos, e o "Em branco" foi apenas uma pessoa que respondeu, "Tanto faz", e isso para mim não é nenhuma resposta )
Quanto á 3ª e última questão, não fiz nenhum gráfico, porque a questão não tinha opções, e por isso mesmo as respostas foram bastante variadas.
Algumas pessoas defendiam a sua escolha, por serem comprometidos, outros porque gostavam de ser livres, outros gostavam de ambas as opções e diziam que dependia da situação, entre muitas outras opções. Tambem houve pessoas que não chegaram a responder a esta questão...talvez por não se terem apercebido da existência dela no texto que enviei com as 3 lol.
Por isso mesmo, decidi pôr algumas das respostas aqui ( em anónimo como prometi, cada um sabe o que respondeu, e isso é o que importa. ), que foram escolhidas de modo aleatório:
De quem escolheu "Relações Sérias":
"Porque tem muito mais sentimento e sempre tem os seus bons momentos e nao trocaria isso por nada
"Pq relaçoes curtas sao para pessoas q n sao capazes de assumir nada, logo sao pessoas sem responsabilidades
"Porque prefiro um amor verdadeiro do que ter aventuras... Para mim conta mais os sentimentos e numa relação séria acho que até podemos ter tudo em um, é só usar a imaginção e tornar a relação numa aventura."
"Porque nos valorizam, nao estamos sempre com uma desconheida mas sim com alguem com quem e suposto poder-se contar para os bons e maus momentos. Por muito bom que o sexo seja fica sempre melhor quando estamos com alguem de quem gostamos realmente e com quem se tem muito avontade para explorar o k ker k seja :)"
"Pk nao curto andar por ai a saltitar"
De quem escolheu "Curtes":
"Porque assim não tamos livres"
De quem escolheu "Os dois":
"Depende das situações, quando se gosta realmente de alguéém eu prefiro ter relações serias, se for algo para "avacalhar" ou para ver se pode haver algo mais, que a curte venha XD @
"Depende da pessoa e da forma como a conheci"
Quanto á pessoa que disse apenas "tanto faz", como foi a única que não considerei resposta, não é necessário repetir aqui não é lol.
Por fim queria agradecer a todos a vossa participação, e avisar que se o autor das respostas que foram aqui publicadas, não as quiserem, basta falarem comigo no Messenger, e eu retiro-as logo daqui ok? Só as coloquei para as pessoas terem uma ideia geral das repostas que foram dadas, recebi muitas mais, mas como já mencionei...foram escolhidas de forma aleatória, mas caso alguém queira ver aqui a sua resposta, posso publicar ou comentem =)
( E sim, as respostas que estão a azul foram respondidas por pessoas do sexo masculino, e as que estão a rosa, do sexo feminino lol )
Agora chegou a vez da minha opinião... eu não sou contra nem as curtes nem as relações sérias, mas sem dúvida ( Embora já tenha tido as chamadas "curtes") , que prefiro relações sérias, porque é ai que se sente um dos melhores sentimentos do mundo...o amor, e eu sou
( Como o meu querido Vigilante diz e tambem é... =P ) uma sobrevivente do romantismo lol .
Mas sinceramente com as histórias que oiço diariamente, pensei que a opção que ia ser mais escolhida era a "Curtes", porque acho que hoje em dia as pessoas ( principalmente os jovens ) querem é "aproveitar a vida" e associam isso a aventuras de uma noite, muito alcool etc, eu cá acho que aproveitar a vida...não se resume a isso, aliás nem chega a ser isso de forma alguma, mas sim quando ama-mos alguém e somos correspondidos...isso sim acho que é vivermos felizes, aproveitarmos a vida e cada momento que passa com essas pessoas. Agora curtes? o que é isso? passar tempo? usar e deitar fora? Tudo bem que há pessoas que começam por curtir, depois acabam por conhecer melhor a pessoa e se apaixonar, e depois vem até a ter namoros duradouros, mas e aqueles que apenas uma pessoa fica interessada e a outra só queria aumentar a lista dos que já foram por eles "comidos"? Como fica a outra pessoa?
Mas isso tem a ver com a opinião de cada um, não censuro ninguem, e tambem até beijarmos o principe encantado, beijaremos muitos sapos não é verdade? lolol
Beijinhos, dêem a vossa opinião e mais uma vez obrigado =D
P.s- Se tiverem alguma dúvida com os gráficos ou outra questão a fazer, é só perguntarem que eu responderei logo que vir o comentário =)
O que dizer aos pais, quando os seus filhos falecem
Não conhecia o rapaz que faleceu, mas tive a oportunidade de pelo menos ouvi-lo a cantar, no tal blog que mencionei em cima, e de facto tinha imenso talento.
Quanto ao post dizia o seguinte:
"São poucas as situações que causam tanto desconforto quanto a morte. Ainda que se saiba que ela é inevitável e faz parte do curso natural da vida, ao acontecer na sua casa ou no seu grupo de amigos, não há quem fique indiferente.
Quando a morte inverte o curso da vida, e um filho morre antes dos seus pais, é muito comum que as pessoas não saibam o que dizer, como lidar com a situação e muitas vezes confundem-se entre seus próprios sentimentos e temores, sem saber como agir para ajudar as pessoas que sofrem.
No acompanhamento ao Grupo de Apoio para pais que perderam filhos da Fundação Thiago Gonzaga, escutamos muitos relatos de pais e mães sobre o que os ajuda na hora em que seus filhos se vão. São inúmeras as questões que surgem diante desta situação.
É claro que as respostas não são unânimes e nem adequadas para todos os casos. Porém o trabalho com estes pais nos indica o que é possível se fazer diante da dor da perda onde, muitas vezes, o silêncio ajuda mais que muitas palavras.
Os primeiros momentos da perda, para muitos pais são sentidos como se estivessem num sonho ruim e daqui a pouco irão acordar. As pessoas que os conhecem, principalmente, os familiares, que também estão sentindo muito, buscam alternativas de consolo, que possam dar conta dos mais variados sentimentos. E é natural que se tente fazer algo, então se oferece medicamentos, livros espíritas, orações e muitas, muitas frases de consolo: “Deus quis assim”, “era a hora dele”, “a vida continua”, “ele era um jovem especial” “ele era iluminado”, e outras nem tanto, “cada um recebe a carga que pode carregar”, “eu sei o que tu estas passando perdi minha avó”, “eu no teu lugar também morreria”, etc.
Frases como estas num primeiro momento causam estranheza, pois não se consegue pensar ainda na situação como algo real, e depois causam sensações de indignação.
Primeiro por que qualquer mãe ou pai trocaria um filho iluminado, por um filho vivo. Quando a frase invoca Deus, até os que têm mais fé se perguntam “cadê Deus que não cuidou do meu filho”, “que Deus é esse que permite que os filhos se vão antes dos pais”. Que a vida continua todos sabem, e na mais dolorosa das dores, pensar nisso aumenta ainda mais o vazio de continuar sem a presença da pessoa amada. Comparar a perda de um filho, com qualquer outra é injusta, pois como foi falado no inicio do texto, é contra a ordem natural. Os filhos são a continuidade dos pais, que agora se encontram impossibilitados de se projetarem neles, e sem a chance de recuperá-los. Em hipótese alguma queremos dizer que qualquer outra perda seja fácil ou não tenha valor. Apenas que dor não deve ser comparada, nem medida.
01 - O que dizer para os pais que perderam um filho?
Força. Conta comigo. Estou a tua disposição. Tu não esta sozinho. Em que posso ajudar. Dar um abraço carinhoso e silencioso.
02 - Quando falar?
Sempre que houver oportunidade.
03 - Quem deve falar?
Todas as pessoas que estiverem solidárias naquele momento, mas principalmente os amigos e familiares.
04 - O que fazer com o quarto e com os pertences do filho?
Num primeiro momento nada. Deixar a família decidir no tempo em que eles acharem adequado. Muitas vezes os amigos querem ficar com alguma lembrança, e na maioria delas os pais não se importam em dar. Desde que se tenha intimidade suficiente com os amigos para isso. Outras vezes são os irmãos que pegam as roupas para usar isto é notado, por muitos pais, como uma homenagem, uma forma de demonstrar carinho e permite que se fale sobre a pessoa que se foi de forma natural e real.
05 - É possível consolar? De que forma?
Uma família que perde um jovem é muito assediada, num primeiro momento, são os amigos, familiares, vizinhos, colegas, etc. A medida em que o tempo vai passando e as pessoas vão retomando sua rotina, “pois a vida continua” para todos, é que para os pais e familiares mais diretos, a realidade começa a se impor. As pessoas já não querem mais falar sobre o que aconteceu, como se não falando ajudasse a esquecer ou a não doer.
Ao contrário de outras perdas, o tempo, no caso dos pais, no começo não é um bom aliado, e quanto mais os dias vão passando, mais aguda fica a dor da realidade. O tempo cronológico de perda não é o mesmo da assimilação. Dói ver a rotina sem o filho. A vida não é mais a mesma, ela não continua, ela recomeçou sem aquela pessoa, e com uma história interrompida. Nada é igual a família modifica, falta um prato na mesa, tem alguém que não entra mais pela porta dizendo “família cheguei”, ou “mãe, pai sou eu”, ou ainda “o que tem para comer”. Não se escuta mais o mesmo barulho na casa, a chave abrindo a porta de madrugada, nem o mesmo entra sai de amigos, não há mais musica alta, nem folia, computador e telefone ocupados o tempo todo, festa todo o final de semana ou porta de quarto fechada cheirando a segredo.
É esta a realidade que machuca. É essa realidade que só se instala na casa e na vida de quem perdeu. Para os pais dói ir ao supermercado e não comprar aquilo que estavam acostumados a fazer automaticamente, as coisas preferidas do filho. Dói colocar na mesa a comida que ele amava comer, fazer o caminho do colégio, chegar à hora do almoço. Anoitecer. Sim são estes os detalhes mais delicados de se lidar, e que passam despercebidos por quem não compartilha a rotina. Consolar talvez não seja o mais adequado, sugiro agüentar a dor do amigo, deixá-lo falar, respeitar seu silêncio, seu tempo. Não há consolo para esta situação. È necessário disponibilidade para estar perto sem ser invasivo, sem exigir uma reação imediata.
06 - Dá para falar do filho?
Sempre que as pessoas da família se mostrarem dispostas a isso. Pois nem todos têm facilidade para tocar no assunto a qualquer momento. Outros gostam de falar no filho como se ele estivesse presente, e está, no seu coração. Outros não gostam ou naquele momento não querem falar. É preciso sensibilidade e sutileza diante desta situação.
07 - Se não falar no nome dele é mais fácil esquecer?
Os pais não esquecem. Talvez seja complicado para as pessoas que estão de fora tocar no assunto. Por isso deve se respeitar o momento de cada um. E até mesmo perguntar se quer falar no assunto ou não, o que não pode é fazer que nada aconteceu, como se a pessoa não tivesse existido ou que esta tudo bem.
08 - Quanto tempo leva para que as coisas voltem ao “normal”?
A normalidade almejada ou esperada e que se tinha antes, não existe mais. Um pai esquecer seu filho, é improvável. O que acontece é um aprender lento a viver sem a presença do filho. É um aprender a lidar com a saudade, com os dias sem ele, com a datas comemorativas, num tempo que é singular. É necessário que se respeite a nova configuração familiar, o tempo de cada um, e as modificações que vão ocorrendo nas pessoas.
09 - O que fazer nas datas comemorativas?
Os pais que perdem um filho perdem também a motivação e a empolgação para comemorar qualquer data. O seu conceito sobre comemorações, felicitações, bem como o seu ânimo para festas fica alterado. O conceito de felicidade modifica. Passa-se a reconhecer os momentos felizes, e estes são muito diferentes do que já foi um dia. Não é mais a mesma coisa comemorar um ano novo, dia das mães, dos pais, aniversário, natal, etc. É claro que se comemora, que se sente alegria, mas falta um pedaço, nada mais é completo e por mais que se tente, falta uma pessoa importante, amada e que não é esquecida.
O convite dos amigos e familiares é sempre bem vindo, desde que não seja uma imposição, que não se exija felicidade plena, alegria transbordante ou o mesmo comportamento de antes. Desde que não se negue que o amigo convidado perdeu um filho e se possa lidar com isso de forma natural.
10 - Como ajudar, então?
Colocando-se a disposição. Dando o tempo necessário para que as pessoas retomem suas vidas. Ligando às vezes para saber como estão, se precisam de alguma coisa, se querem conversar, receber visita ou visitar. Respeitando seus altos e baixos. Não exigindo que reajam como se o que aconteceu fosse um evento banal “já passaram três meses, a vida continua, tem que reagir”. A memória é atemporal. Quando a lembrança volta, não importa o tempo que passou, parece que foi hoje. Falando quando se permitir falar e ouvindo sempre que for necessário. Não passando a mão pela cabeça como se o sofrimento fosse a única coisa que lhes resta. Mas apontando saídas, não duvidando da dor, mas dizendo que é sim possível se reconstruir a vida, diferente daquela que existiu, mas nem por isso pior. Exercendo a capacidade de acolhimento e não de pena. Tratando as pessoas não como doentes, elas não estão doentes, estão aprendendo a viver sem o filho. Colocando-se no lugar dessas pessoas, por mais difícil e assustador que possa parecer, e se perguntado o que me ajudaria nesta situação?!
Cada pessoa reage diante de uma situação traumatizante, de acordo com a sua estrutura psíquica. Contar com uma rede de apoio saudável é muito importante. Ter espaço para expor seus sentimentos é fundamental para que se estabeleçam as mudanças que são inerentes à perda. Mudança de valores, de hábitos, de conceitos, de interesses, etc.
11 - Onde procurar ajuda?
Muitos pais são levados a psiquiatras, padres, centro espíritas, psicólogos, etc. No intuito de que algo seja feito de imediato. É claro que alguns cuidados são necessários e imediatos, cuidados com a alimentação, com o sono, com a tristeza que pode evoluir para depressão. Porém é necessário que se respeite o jeito de cada um de lidar com a situação, pois nem todas gostam de utilizar medicamentos e estes devem ser usados com orientação médica e com cautela. Luto não é doença e a dor que ele traz não cura com analgésico. À vontade de morrer é diferente do risco de se matar, e um profissional capacitado deverá saber diferenciar estes sentimentos. A procura por um padre ou centro espírita, pode ser sugerida, jamais imposta. Deve se respeitar à fé de cada um e até mesmo a falta dela.
Os psicólogos e médicos que irão trabalhar com pais, devem saber que estão diante de um tipo de luto muito particular, e que pode não responder da mesma forma que os outros tipos, em hipótese alguma, dizemos que será pior, porém com outras características e tempo de reação.
12 - O que não falar?
Não importa a forma como o filho partiu, se foi em acidente, em um assalto, por doença, etc. Falar sobre o assunto é muito delicado. Relatar fatos e detalhes só para satisfazer a curiosidade de quem pergunta é muito dolorido. Os questionamentos sobre os detalhes do que aconteceu, talvez sejam os mais inconvenientes e os que mais machucam os pais, principalmente quando parte de pessoas com as quais não se tem intimidade, nem amizade e muitas vezes nem contato. Essa situação só pode ser pior, nos momentos em que estas mesmas pessoas vem querer contar algum detalhe desconhecido, ou algum fato chocante relacionado ao ocorrido. Duvida-se até das intenções dessas pessoas. Será que estão mesmo a fim de ajudar? Será que querem apenas saber qual a reação, o grau de comoção, ou será que lhes faz bem a tristeza do outro?
Então, antes de perguntar aos pais algum detalhe sobre o acontecido, sugerimos que se pense para que vai lhe servir esta informação, se for simplesmente para satisfazer a sua curiosidade, talvez seja melhor conter-se e não perguntar; se for para ajudar a esclarecer alguma duvida ou para contribuir com alguma colocação coerente para clarear algum fato, que se faça com sutileza e respeito."
terça-feira, 15 de julho de 2008
Stress
Provavelmente ao verem este titulo, vão pensar que é algo mau, destruidor, responsável por quase tudo o que de mau acontece na vida moderna...Desde falta de tempo a doenças.Acreditam? O stress é, afinal, um estímulo que pode ser positivo ou negativo.
Tudo depende de ti!
PARTINDO DO PRINCÍPIO
O stress, tem uma consequência imediata: fazer todos os nossos sentidos ficarem alerta. E o que é que provoca isso? Quase tudo. O stress acontece apenas quando a pessoa percebe uma exigência externa como excedendo a sua capacidade para lidar com ela. Guerras, desastres naturais, terrorismo e emigração são consideradas as situações extremas causadoras de stress. Entre as mais vulgarmente vividas, encontram-se situações de perda ou mudança de emprego, trabalho muito exigente, divórcio ou morte do cônjuge, morte de um parente próximo, acidente ou doença, casamento, problemas sexuais. Mas, atenção: até situações consideradas agradáveis, como as férias, podem causar stress pois, afinal, o que o provoca é uma mudança que exige adaptação.
MULHERES ENFRENTAM VÁRIAS SITUAÇÕES AO LONGO DO DIA
Homens e mulheres estão igualmente sujeitos ao stress durante o dia. O que acontece é que as mulheres têm de desempenhar papéis diferentes. São profissionais, mães, esposas e donas de casa, o que lhes exige um maior esforço de adaptação de umas tarefas para outras. A mulher impõe-se um conjunto de obrigações, passa o dia a cumpri-las e, no final do dia, tem a sensação de que trabalhou muito mas não fez nada, o que significa, muito simplesmente, que não fez nada para si.
APRENDER A LIDAR COM A SITUAÇÃO
"O stress pode funcionar de forma positiva também", explica a psicóloga e psicoterapeuta Ana Paula Belo, "o que é importante é que a pessoa faça uma aprendizagem que a leve a utilizar o stress como um estímulo positivo, de forma construtiva. Se entendermos o estímulo como um desafio, uma oportunidade, estamos a usá-lo como motivação para agir e podemos atingir níveis de desempenho mais elevados. A energia e a motivação são as qualidades positivas do stress. As pessoas falam sempre do stress como sendo algo negativo, mas não é".
CARGA NEGATIVA DO STRESS
Se virmos o stress como uma ameaça, sentiremos certamente todos os efeitos negativos. E pode começar logo ao acordar. Seja levantar da cama, tomar o pequeno-almoço, levar as crianças à escola ou as filas de trânsito para o trabalho, tudo nos parece um fardo. É o começo de um dia cheio de carga negativa, em que a mais pequena tarefa nos aparece como um problema. E a situação repete-se diariamente... estamos perante o stress crónico.
NO CAMINHO DA RESOLUÇÃO
Primeiro, há que prestar s sinais de alarme transmitidos pelo corpo. Consciencializando-nos, podemos tentar alterar a situação para melhor. Depois, é fundamental analisar as situações que nos provocaram stress, para as eliminar. Em alternativa, podemos tentar encará-las de forma diferente, uma técnica que se aprende na terapia... Quanto aos sinais físicos, são várias as alternativas, dependendo dos órgãos mais afectados. Para a tensão muscular, o relaxamento e a massagem fazem milagres. O desporto moderado, marcha e natação, podem ser imbatíveis técnicas de gerir a ansiedade.
Consequências físicas e psíquicas do stress:
■ Alergias
■ Alterações menstruais is Ansiedade
■ Cefaleias e enxaquecas
■ Dificuldades respiratórias
■ Dores musculares e articulares « Fadiga
■ Fobias
■ Palpitações
■ Problemas cardíacos
■ Problemas no aparelho digestivo (colites, cólon irritável, gastrites, úlceras...)
Profissões de maior risco:
■ Professores
■ Profissões de ajuda (médicos, enfermeiros)
■ Polícias
■ Quadros superiores de empresas
sábado, 28 de junho de 2008
Insónias

STRESS E INSÓNIA
No mundo hiperexigente em que vivemos, em particular nas últimas décadas, foi-se instalando a tendência para desvalorizar a importância do sono. Como se dormir não fosse uma das nossas principais necessidades fisiológicas... o sono foi-se, assim, transformando quase em sinónimo de preguiça. E quanto mais cansados andamos, menos conseguimos dormir. Existe, claramente, uma relação entre o stress diário e este tipo de problema. A insónia define-se como a dificuldade em adormecer ou em permanecer a dormir e afecta uma em cada três pessoas, especialmente as mulheres a partir da meia-idade. A insónia pode acontecer no início, durante ou no fim do período de sono. Neste último caso, incluem-se as pessoas que acordam demasiado cedo.
O CICLO DO SONO
A alternância entre os períodos que passamos acordados e os períodos em que dormimos designa-se por ciclo vigília-sono. Durante o sono, é possível distinguir cinco fases diferentes. A fase de sono REM (caracterizada pelo movimento rápido dos olhos), durante a qual ocorrem os sonhos, ocupa aproximadamente 20 a 25% do tempo total que passamos a dormir. As fases 1, 2, 3 e 4 do sono não-REM distinguem-se da fase anterior por não ocorrerem movimentos rápidos dos olhos:
■ Fase 1 do sono não-REM: é a fase de transição entre o estado de vigília e o sono e corresponde a cerca de 5% do tempo que um adulto, sem problemas de insónia, passa a dormir;
■ Fase 2: ocorrem ondas com forma específica e ocupa cerca de 50% do tempo de sono;
■ Fases 3 e 4: também conhecidas por sono de ondas lentas, são as fases de sono mais profundo e ocupam entre 10 a 20% do tempo de sono. Estas fases de sono sucedem-se de forma cíclica ao longo da noite, alternando o sono REM com o sono não-REM.
SONO E IDADE
Durante a primeira fase da vida, infância e adolescência, o sono é mais estável e são mais prolongadas as fases de sono profundo (ondas lentas). Os adultos vão perdendo a qualidade de sono à medida que os anos avançam. O sono torna-se mais instável, com maior tendência para a insónia em qualquer dos períodos de sono. Dá-se um aumento da fase 1 e uma diminuição dos períodos de sono profundo (fases 3 e 4).
O QUE CAUSA A INSÓNIA
Chama-se insónia primária quando a dificuldade em adormecer ou manter o sono dura há, pelo menos, um mês e tem consequências clínicas ou afecta o funcionamento social de uma pessoa. Claro que a quantidade de sono necessária varia de indivíduo para indivíduo, mas nunca deverá ser menor do que 5/6 horas por noite. Cerca de 20% das pessoas sofrem de insónia crónica. "A insónia está associada a vários factores", esclarece a psicóloga Ana Paula Belo, "como sejam, uma preocupação acentuada, um estado de alerta à hora de dormir, muitas vezes causado por um dia muito agitado e cheio de responsabilidades. A isto alia-se a preocupação pela própria incapacidade de dormir. Ou seja, quanto maior é o esforço para adormecer, mais perturbados ficamos, logo, mais dificuldade temos em dormir." As pessoas muito perfeccionistas, ou com hipocondria, têm mais tendência para desenvolver problemas no padrão de sono porque nunca conseguem pôr de lado as preocupações. Os sintomas de ansiedade e/ou depressão potenciam a insónia. Mais sujeitos a sofrer deste problema estão igualmente todos aqueles que têm uma história de sono 'leve'.
ALTERAÇÕES HORMONAIS AUMENTAM INSÓNIA
Todas as mulheres passam, por motivos fisiológicos, por fases que potenciam este tipo de perturbação do sono. Todos os meses, no período pré-menstrual, é muito elevada a percentagem de mulheres que refere não conseguir dormir um sono reparador. As alterações hormonais são responsáveis pela insónia de grande parte das grávidas, sobretudo durante o primeiro trimestre de gravidez, e durante e após a menopausa.
COMO LIDAR COM A INSÓNIA
"Uma coisa muito importante," lembra Ana Paula Belo, "é retirar do local onde vamos dormir as chamadas pistas ou objectos associados ao estado de alerta. Se existe uma alteração da percepção do sítio onde dormimos, que passa a ser considerado como um local para desenvolver outras actividades (trabalhar, ver televisão, ouvir música), isso vai afectar o nosso sono e provocar insónia. Esta situação também acontece se tivemos uma doença prolongada e passámos muito tempo no quarto." Há pessoas que dormem mal porque têm maior nível de excitação fisiológica. Estas devem praticar técnicas de relaxamento. A mais frequentemente sugerida é fácil de seguir: tomar um banho quente de imersão, ou fazer com que alguém lhe dê uma massagem em zonas do corpo mais tensas (ombros, por exemplo). Existem no mercado alguns chás que favorecem a sensação de relaxamento. Há ainda comprimidos è base de plantas naturais, a valeriana, por exemplo, a que se pode recorrer para melhorar a qualidade do sono. No entanto, se a insónia persistir, deverá consultar um médico.
TELEVISÃO: SIM OU NÃO?
Não é fácil responder a esta pergunta. Isto porque a televisão pode funcionar em dois sentidos: induzir o sono ou afastá-lo. Tudo depende do tipo de programa em que está sintonizada e, sobretudo, de quem está a ver. Em alguns casos, a televisão pode representar um risco acrescido para quem sofre de insónia. Terá de ser o próprio doente a fazer a avaliação.
COMPENSAR NOITE MAL DORMIDA COM SESTA: UMA IDEIA ERRADA
A noite é para dormir, o dia é para estar acordado. La Palisse não diria melhor. O facto é que nem sempre as mais banais evidências têm o respeito que merecem. Esta é uma delas. Uma noite mal dormida não pode ser compensada com algumas horas de sono avulso a uma qualquer hora do dia. A prová-lo está o mal-estar que muitas pessoas sentem após uma sesta. É de evitar, a todo o custo, cair neste tipo de padrão. Os efeitos nefastos deste comportamento acabarão por dar sinal de si! Uma noite bem dormida tem a dupla função de repor a energia e as forças de que precisaremos no dia seguinte e, simultaneamente, de libertar a nossa mente das tensões e preocupações do dia. Os sonhos têm aqui um papel muito importante. Não esqueça: nada se compara a um sono reparador durante o período normal para o fazer - a noite.
AJUDA DO MEDICO
A maioria das pessoas não vai ao médico por problemas de insónia, o que é um erro. Saiba que este problema aumenta stress, causa irritabilidade, potencia a ansiedade e a depressão e aumenta o risco de alergias e de hipertensão. Para além disso, a insónia é responsável por muitos acidentes rodoviários e laborais. Frequentemente, para uma resolução rápida do problema com evidente melhoria da qualidade de vida, o médico vai recorrer à administração de fármacos. A ida atempada ao médico evita que a insónia se transforme em crónica. Quando é apenas insónia transitória, pode ser tratada mais facilmente. Naturalmente que, se a causa da sua insónia é a ansiedade, é provável que precise de ansiolíticos ou, em caso de depressão, de antidepressivos. O ideal será a combinação de terapias: utilizar as técnicas de relaxamento, seguir regras de alimentação, horário e comportamento em geral e, se for caso disso, complementar com fármacos, seguindo a indicação do médico. Lembre-se sempre de que é preferível 'atacar' o problema, dando-lhe uma rápida solução, do que ir acumulando sintomas e agravando as causas.
Regras para melhorar o seu padrão de sono
■ Estabelecer um horário fixo, razoável, para dormir e acordar
■ Não ir para a cama demasiado cedo (antes das 22h)
■ Evitar refeições pesadas à noite
■ Fazer um intervalo de duas horas entre a refeição e a altura de dormir
■ Não beber café, Coca Cola ou bebidas alcoólicas à noite
■ O tabaco também é excitante
■ Não fazer exercício físico antes de ir dormir
■ Evitar distracções
■ Pode tentar ler um livro maçador
■ Tentar rodear-se de silêncio
■ Afastar preocupações
■ Pensar em algo agradável quando vai dormir: concentre-se numa imagem relaxante ou bela, uma paisagem, por exemplo
Alguns dados
■ As mulheres representam a maioria das pessoas com insónia
■ 15 a 20% dos doentes têm diagnóstico de insónia primária
■ As perturbações de sono primárias surgem de anormalidades endógenas nos mecanismos que regulam o ciclo vigília-sono
■ A insónia é tratável
"Dormir pouco ou mal afecta a saúde física e psicológica, bem como a segurança, tanto em casa, como no trabalho e… na estrada! Mudar alguns hábitos de vida pode ser suficiente para repor o seu sono em dia. Caso contrário, deverá ir ao médico. Saiba quais os seus níveis de sonolência diurna, se deve ir ao médico e quais os exames e soluções para melhorar a sua qualidade do sono.
O Dia Mundial do Sono (21 de Março) foi instituído para alertar a população para a importância de dormir. O ritmo acelerado das nossas sociedades e a necessidade de efectuar múltiplas tarefas ao longo do dia levam-nos, muitas vezes, a cortar no tempo que deveríamos reservar para dormir. Não nos podemos esquecer que dormir é uma necessidade biológica, que permite restabelecer as funções físicas e psicológicas, essenciais para funcionarmos em pleno. O stresse e os problemas no trabalho são os principais culpados pelas noites mal passadas dos portugueses. Resultado: excesso de sonolência no dia-a-dia, menos saúde física e psicológica, e menos segurança, tanto em casa, como no trabalho e ao volante. Estas são as principais conclusões do estudo “Metade dos portugueses dorme mal”, publicado na TESTE SAÚDE n.º 51, de Outubro de 2004, em que 3600 portugueses participaram, preenchendo o nosso inquérito sobre hábitos do sono. Para uma boa qualidade de vida, saúde física e mental, e menos sonolência durante o dia, deve dormir-se, na vida adulta, entre sete e oito horas. Estas necessidades de sono são iguais para a grande maioria dos adultos. Apenas uma pequena minoria dos inquiridos referiu sentir-se fresca e repousada com menos de seis horas de sono por noite, o que sugere que as necessidades de sono podem variar de pessoa para pessoa. Para determinar as suas necessidades pessoais, durma até acordar por si (num dia sem noitadas), sem despertador. Sente-se descansado? Veja quantas horas dormiu. Eis as horas de sono de que necessita. Mas a grande maioria dos que dormem menos de seis horas sentem que precisariam de dormir mais para “recarregar as baterias” (90%). Não conseguem devido ao estilo de vida ou mesmo a dificuldades para dormir (nomeadamente insónias). A ansiedade, o stresse, a depressão, os problemas no trabalho e as preocupações familiares são os principais culpados. Os problemas físicos (doença, dor), os filhos pequenos e o facto de o parceiro ressonar são outros factores que parecem prejudicar o sono dos portugueses.











